Projeto · Produto em acesso antecipado

Operation.Marketing

O sistema operacional das agências que cresceram e perderam o controle. Tarefas, clientes, dinheiro, gente e produção conversando no mesmo lugar. É o maior projeto que já tirei do papel.

Tipo Sistema operacional de agência
Segmento Agências e equipes de marketing
Meu papel Concepção, arquitetura e desenvolvimento inicial
Período Desde 2022, os dois primeiros anos sozinho
Situação Em uso diário. Acesso antecipado aberto
Escopo 14 módulos e um assistente

A tela que abre o dia

O painel que todo mundo da agência vê ao entrar: o que precisa de aprovação, as tarefas da semana, a agenda do dia e o time.

Painel do Operation: barra lateral com os módulos, saldo de pontos do colaborador, fila de aprovações, tarefas da semana, agenda do dia e time

Visão geral do colaborador. As abas no topo trocam para desempenho, RH, metas, financeiro e comercial. Produto em acesso antecipado

O problema

Uma agência de marketing é uma fábrica de coisas invisíveis. A peça não fica na prateleira: ela está na cabeça do designer, num grupo de WhatsApp, num comentário de arquivo, numa planilha que só uma pessoa sabe atualizar. Enquanto a equipe é pequena isso funciona. Depois de certo tamanho, para de funcionar de um jeito caro.

Quase nenhuma equipe criativa trava por falta de talento. Trava por falta de operação: tarefa que some entre a planilha e a mensagem, cada pessoa numa ferramenta diferente, cliente sem ninguém sabendo dizer em que pé está, e decisão tomada no escuro porque o indicador só existe depois que alguém monta o relatório.

As perguntas que ninguém conseguia responder rápido eram sempre as mesmas: onde está esta arte agora, quanto custa atender este cliente, quanto ainda cabe de trabalho neste mês. Todas tinham resposta. Só que cada uma morava num lugar diferente, e juntá-las levava um dia inteiro.

O Operation nasceu para responder as três na mesma tela. Não como um relatório que alguém monta no fim do mês, mas como consequência do trabalho normal: se a tarefa andou, o número andou junto.

O que tem dentro

Catorze módulos que conversam entre si em tempo real. Cada um resolve um pedaço da rotina, e o valor está em estarem no mesmo lugar.

Central de Operações

O comando único: de onde se enxerga a agência inteira sem abrir mais nada.

Produção

O fluxo criativo do briefing à entrega, por equipe e por cliente, com prazo e prioridade no mesmo quadro.

Financeiro

Receita, custo e margem em tempo real, com o custo real de atender cada cliente: não a média, o número daquele contrato.

RH

Time, jornada, cargos, custo por colaborador e o que cada um consegue absorver de trabalho.

Agenda

Compromissos ligados a cada cliente, com reserva de sala e de veículo. Duas equipes não marcam a mesma van para o mesmo horário.

Dashboards

Indicadores ao vivo por área, sem esperar alguém montar o relatório do mês.

Metas

Objetivo por equipe e por pessoa, com o progresso visível o tempo todo.

Relatórios

Recortes estratégicos gerados sozinhos, prontos para a reunião.

Inventário

Equipamento, ferramenta e licença: o que existe, com quem está e desde quando.

Gamificação

Pontos, níveis e conquistas ligados a resultado. Virou a parte do desempenho que a equipe olha por vontade própria.

IONs

A moeda interna da casa: mede a energia operacional de cada pessoa e transforma isso em prêmio.

TVs de Performance

Os mesmos indicadores no telão da agência, para quem passa pela sala ver sem abrir o sistema.

Ferramentas internas

Pequenos aplicativos montados sem código, para a necessidade que só aquela agência tem.

Comunicação

Conversa presa ao contexto da tarefa, para a decisão não sumir num grupo que ninguém acha depois.

O Opi

O Opi é o assistente que mora dentro do sistema. Ele não espera alguém abrir um relatório: acompanha a operação em tempo real e fala antes de o problema crescer.

Na prática são quatro coisas: alerta por área e por cliente quando algo sai do trilho, sugestão de prioridade quando a fila fica maior que a capacidade, resumo executivo toda manhã para quem precisa começar o dia sabendo onde pisar, e sinal de risco quando um prazo ou uma carga de trabalho começa a inclinar para o lado errado.

É a diferença entre um sistema que guarda informação e um que usa a informação que guarda.

Como foi construído

Este projeto tem quatro anos. Nos dois primeiros eu fiz tudo sozinho: a ideia, a modelagem, as telas, o banco, cada módulo. Foi nesse período que o sistema ganhou a forma que tem hoje: o desenho dos fluxos, a lógica de como os módulos se enxergam e a decisão do que entrava e do que ficava de fora.

Depois a empresa contratou mais duas pessoas para o projeto, e hoje são elas que tocam o dia a dia. Eu entro pontualmente: opino em decisão de rumo e ajudo a pensar lógica quando aparece um problema mais embolado. É bem menos do que era, e faço questão de dizer isso.

Ponho o Operation no portfólio pelo que ele me ensinou a fazer, não para dizer que tudo ali é minha linha: a concepção, a arquitetura e a direção vieram de mim, e o sistema segue em pé, em uso diário, virando produto depois de quatro anos. Para mim é esse o resultado que importa.

Sua operação cabe em um lugar só

Se a sua empresa hoje se equilibra entre planilha, Trello, grupo de WhatsApp e memória de gente, dá para reunir isso num sistema só. Me conte como funciona a sua rotina e eu digo o que dá para automatizar primeiro.

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